Cinco lições que aprendemos sobre mídia digital para igrejas

1) Seja você mesmo

Cada um de nós é único. Porque então um agrupamento de “nós” tem que ser igual aquelas igrejas famosas que vemos por aí, que em nada parecem com o nosso dia a dia? Nem mesmo comigo ou com você?

Se você acha que engana alguém mentindo ao dizer quem você é, quando ela conversar com você ou te observar ela saberá se o discurso condiz com o testemunho. Para igrejas não é diferente! Ninguém pode ser uma coisa “offline” diferente do “online”, e vice-versa. As pessoas visitarão o seu site e mídias sociais como visitarão seu espaço físico. Se elas encontrarem características desconexas da realidade com o virtual será que retornarão? Então, seja você mesmo.

2) Construa sua marca

Ao utilizar o termo marca eu quero dizer a representação visual da sua identidade. Como você é em poucas cores? De forma alguma quero mercantilizar ou “empresariar” nossa mensagem. Mas, uma marca representará seus valores, características e peculiaridades em cores, fontes, imagens e vídeos, sem a necessidade de muitas palavras e explicações.

Já ouviu diz que se você limpar e cuidar bem do seu jardim, as borboletas e pássaros aparecerão? O mesmo deve ocorrer com a sua marca, local físico e posição online! Cuide bem deles, pra que eles mostrem quem você realmente é, e o que tem a dizer (ou pregar né?!).

3) Seja consistente

No material e no conteúdo. É por essas e outras que fico com um pé atrás de visitar uma igreja que deixa o seu site ou rede social desatualizada a mais de 6 meses. Tenho a impressão de que esse descuido pode acontecer no “offline” também, o que me desmotiva facilmente a conhecer o lugar. Quando material e conteúdo caminham juntos não há interpretações erradas.

Fica mais complicado ainda quando o ministério de jovens tem um logo da igreja, que é diferente do logo que os diáconos usam, que é desatualizado nos juniores e por aí em diante! A chave pra uma consistência digna de imitação e gratidão a Deus é ter uma igreja unida não só em comunhão e, não só em pregação, mas também em material, conteúdo e identidade visual. Tudo parece mais ligado, empolgante e bem cuidado, dá pra se notar no conteúdo quando tudo é feito com esmero.

4) Escolha sua mídia

Pense grande. Comece pequeno. Que adianta você ter uma conta no Twitter, uma no Vimeo, uma no Instagram, uma no Youtube, uma no Facebook, um podcast, uma fanpage, uma rádio virtual, uma newsletter, um site, um boletim semanal, um jornal, uma revista, e nenhum deles ser atualizado? Será que essa “desorganização” não passa uma imagem exatamente contrária a que você queria compartilhar quando criou todas inicialmente?

Não faça muitas coisas satisfatoriamente, faça poucas coisas excelentemente.

Todas as vezes que tentamos abraçar o mundo, acabamos com um baita torcicolo ou dor nos joelhos! É pesado demais. Comece pequeno, atualizável, consistente e excelente.

5) Tenha um sistema próprio

A chave do sucesso e alegria em trabalhar é ter um planejamento, arrecadação (de ideias e recursos) e execução de acordo com sua história, objetivo e pessoal disponível para o trabalho. É a definição de trabalho gratificante para mim. Pode dar tudo errado, mas deu errado junto, deu errado de forma planejada, e assim se pode avaliar os erros, crescer, corrigir e melhorar.

Com uma rotina de trabalho e uma pessoa responsável por cada área, fica fácil. Afinal, você só precisa de uma faísca para acender uma fogueira.

Assim sendo, na nossa opinião, se você seguir essas cinco importantes lições (que são praticamente cinco fundamentos ou mandamentos para nós hoje), meio caminho já estará traçado. Continue, plante, e você colherá os resultados!

Concorda, discorda? Tem algo a acrescentar ou descartar? Fala pra gente aqui embaixo nos comentários! Que Deus nos abençoe! Até a próxima!

Recommended Posts

Leave a Comment

Start typing and press Enter to search